Leonor, S. Tomé e Príncipe 🇸🇹

Quase um mês depois de ter chegado de uma das maiores aventuras da minha vida, ainda não consigo exprimir em palavras tudo o que senti e vivi em São Tomé. Foi no meio da pandemia que decidi embarcar nessa aventura, e digo com todas certezas, que voltaria a fazê-lo.
Foi um mês muito intenso no país do Leve-Leve, onde só havia espaço para sorrisos e abraços, mãos dadas e “doce doce”. A simplicidade de quem pouco tem, e a grandeza que transportam no coração, emocionam quem passa por lá. Nunca vão haver palavras suficientes para transmitirem o que vi, o que vivi, e o que senti.

Ajudamos e demos apoio escolar a crianças e jovens de Guadalupe, mas fui eu quem mais aprendi, pois levarei ensinamentos e lições de vida comigo para sempre. O dia-a-dia era cheio de animação e gargalhadas, as crianças preenchem a alma de qualquer um. Houveram muitos momentos bons e muitas aventuras, a bondade do povo, a magia de São Tomé, a vontade de levar em frente todos os ensinamentos que nos dão e o apoio dos outros voluntários, fizeram qualquer desafio ser superado da forma mais leve possível.

Houve muito amor, muitos abraços, muitas contas de matemática, muitas brincadeiras, muito peixe com arroz, muita papaia diretamente da árvore e muita banana (principalmente “Pala Pala”).

Na terra dos cabelos trançados, agradeço cada boleia que apanhei, cada fruta que recebi, cada sorriso e abraço que retribui, cada cantoria e brincadeira, cada mergulho no mar quente, cada pessoa que conheci e agradeço, principalmente, a tudo que aprendi!
Valeu cada minuto e as saudades já apertam!

Vou acabar como comecei: é difícil expressar em palavras tudo o que vivenciei no país do Leve-Leve. Até já 🇸🇹

Com amor,
Leonor

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