A experiência da Joana em Caraíva, Brasil

Voluntariado internacional sempre foi algo que quis fazer, mas quando me inscrevi nesta experiência, não fazia ideia para onde ia. E sinceramente nem quis saber, deixei-me surpreender naturalmente, e foi o melhor que fiz!

Caraíva deixou uma GRANDE vontade de lá voltar!

Este mês tivemos oportunidade de fazer tudo, desde as coisas mais administrativas até uma “gincana” de férias com as crianças.

A gincana permitiu-nos ter um contacto com as crianças que de outra forma não seria possível. Permitiu-nos sentir todos aqueles abraços calorosos e sorrisos cheios de felicidade.

Incrível toda a curiosidade que aqueles miúdos têm de saber como é o resto do mundo, a forma como fazem perguntas sobre Portugal e mesmo sobre nós: “Em Portugal tem carro voador?” ou “Pro, pode parar de falar Inglês?”

Após um mês completamente fora da minha rotina, da minha zona de conforto e dos meus hábitos, sei que voluntariado muito mais que dar, é receber.

Um grande obrigada ao Para Onde por permitir toda esta experiência e conforto durante a mesma.

Sabemos que foi incrível quando inicialmente um mês é muito tempo, mas na verdade passou a correr e só queremos ficar mais um ou dois meses!

A Experiência da Rosa no Brasil

Caraíva

Para definir esta experiência só há uma palavra, Saudade!

Um mês, um mês de adaptação, conhecimento, partilha e muito amor. Comecei por perceber tudo o que este projeto tinha para me oferecer logo na primeira semana, no minuto em que senti aquele abraço envergonhado e vi aquelas carinhas com sorrisos contagiantes.

O nosso contributo passou por várias coisas, desde a administração e organização até à realização de uma “gincana de férias”, onde nos podemos relacionar mais com os miúdos.

A curiosidade com que nos abordavam, fazendo perguntas como ” Pro não entendi nada, você fala inglês?”,  “Em Portugal há carros voadores?” ou ” Pro você fala português errado, não é de é dxi”!

Eles foram, sem dúvida, o melhor de tudo!

Voltei de coração cheio, confiante de que o meu contributo fez a diferença na vida deles, ainda que eles tenham feito muito mais na minha.

Voltei com vontade de ficar, com vontade de voltar.

Voluntariado, mais que dar é receber.

Um grande obrigada à equipa Para Onde pela oportunidade e pelo voto de confiança.

Será para repetir.

A experiência da Beatriz na República Checa

 

Quando 2018 começou prometi a mim mesma que não ia deixar passar este ano sem fazer voluntariado internacional e assim foi… Um dia por acaso tropecei na página do Para Onde e foi assim que tudo se iniciou. Comecei a pesquisar e finalmente encontrei um campo de voluntariado que parecia que tinha sido feito para mim! Decidi candidatar-me e pouco tempo depois estava eu sozinha, num avião, com duas mochilas enormes a caminho da República Checa onde uma das maiores aventuras da minha vida me esperava.

De Praga a Ústí Nad Labem são certa de duas horas e pouco de comboio. Ústí é uma cidade pequena, vítima do comunismo e da segunda guerra mundial. Nela podemos encontrar a maior diversidade de pessoas.

 

 

A cidade tem um muro que a separa ao meio. De um lado ficam as ditas pessoas “normais” e do outro ficam as pessoas que sofrem de exclusão social. O meu campo de voluntariado ficava na parte da cidade que era socialmente excluída. A degradação dos edifícios e o estado das roupas com que as pessoas andavam mostrava logo a pobreza que ali se fazia sentir, pobreza que era monetária porque em termos afetivos nunca vi um lugar tão rico.

Para mim o ponto mas positivo de todos foi sem dúvida os miúdos! Nunca me senti tão acarinhada como ali. Eles eram genuínos e puros, sempre prontos a ajudar. Mesmo não tendo praticamente nada eram os primeiros a partilhar assim que recebiam algo. A felicidade de nos ver era notória e aqueles sorrisos enchiam o coração de qualquer um.

Esta experiência para mim foi muito enriquecedora e ajudou-me a abrir muitos horizontes. Fiz amigos de novos países, conheci novas culturas, vivi experiências incríveis como acampar e ordenhar uma cabra, aprendi um novo idioma (pouco mas aprendi), viajei sozinha, aprendi a desenrascar-me e tornar-me mais independente. Cresci. Quero muito voltar a fazer voluntariado. É sem dúvida a experiência de uma vida!

 

 

 

A Experiência da Sara na Bélgica

Parti para a Bélgica com um nervoso miudinho na barriga. Não sabia bem o que me esperava, nem se me ia ambientar bem. Contudo, bastou-me um dia para perceber que aquele centro para refugiados em Rixensart, a cerca de 20 Km de Bruxelas, me ia deixar muitas saudades.

Éramos uma equipa de cinco voluntários, de cinco países diferentes: Portugal, Sérvia, Rússia, Irão e Vietname. Unia-nos a vontade de ajudar, de fazer a diferença e, sobretudo, de aprender. O nosso trabalho consistia em organizar atividades para os residentes do centro, tanto crianças, como adultos, apesar de termos trabalhado mais com crianças.

O centro onde me encontrava era um centro de passagem para os refugiados, onde eles permaneciam até o governo belga decidir se podiam ou não ficar no país. O tempo mínimo de espera era de quatro meses. No entanto, existiam famílias que já lá viviam há alguns anos. Assim, o nosso objetivo enquanto voluntários era preencher o dia das crianças e dos adultos, que, no verão, não tinham muito que fazer.

Sinto que esta experiência me marcou muito a nível pessoal. Aprendi muito sobre mim, mas também sobre o mundo e sobre as suas desigualdades. Convivi com diferentes maneiras de pensar e de estar na vida, que me inspiraram a ser melhor e a fazer mais. Apercebi-me da sorte que tenho em viver num país sem guerra, onde sou livre para ser quem e o que quiser. E, acima de tudo, foi muito gratificante perceber que, independentemente de fronteiras, raças ou nacionalidades, temos todos muito mais em comum do que aquilo que pensamos!

Por isso aconselho vivamente a que partam à procura do desconhecido, de novas culturas e de formas extraordinárias de pensar e de viver! Vale mesmo a pena!

A experiência da Mariana na Estónia

Tallinn, uma cidade que para muitos não diz nada. Para mim também não dizia, temos que admitir que não é das capitais que tem mais turistas ou que seja do conhecimento das pessoas. Admito que também não o era para mim. Mas hoje, posso afirmar que as palavras “Tallinn” ou “Estónia” irão para sempre trazer-me excelentes memórias, com um sentimento de “segunda casa”.

2 semanas em Tallinn, na Estónia, foram a minha primeira experiência de voluntariado internacional, uma experiência para a qual me faltam palavras para descrever.

Esta minha primeira experiência foi de duas semanas em Tallinn, num programa de promoção de culturas numa escola de línguas, com crianças dos 13 aos 17 anos. Éramos uma equipa de 9 voluntários internacionais, que fizeram com que estas duas semanas me sentisse em casa. Nunca o tempo tinha passado tão rapidamente.

O primeiro fim de semana foi de planeamento de todas as tarefas e atividades que íamos realizar, e depois foram 10 dias de atividades com as crianças, apenas com um dia de descanso pelo meio. Posso dizer que foram 10 dias muito cansativos, mas os melhores 10 dias que poderia ter passado. De manhã começávamos as 10h, com apresentações de um país, seguidas de atividades sobre o mesmo. Depois do almoço íamos para algum parque/zona da cidade realizar atividades, todas diferentes de dia para dia. Apenas acabávamos as 18h, horário onde íamos jantar, mas muitas vezes depois do jantar tínhamos atividades para planear.

Durante este tempo consegui aprender inúmeras coisas sobre os diferentes países e culturas, trabalhar em grupo, ser responsável por crianças, ser flexível, criativa e a adaptar-me aos diferentes costumes e hábitos característicos de cada país.

Foram 10 dias que começavam cedo e acabavam tarde, mas 10 dias que me fizeram sorrir muito. Hoje, de regresso a Portugal, sei que venho de coração cheio de memórias e boas recordações. Saber que marquei a diferença na vida destas crianças, mesmo que por apenas 10 dias, é algo indescritível.

Quero apenas agradecer à associação “Para Onde” por todo o apoio e disponibilidade que demonstraram!
Nunca me irei esquecer destas 2 semanas incríveis que tive, com a certeza de que um dia irei voltar ao que considero ser a minha segunda casa.

A experiência da Joana na República Checa

Posso dizer que estas duas últimas semanas foram umas das melhores da minha vida, foi uma experiência simplesmente fascinante e que irei repetir no futuro. O ambiente vivido era fantástico. Aprendi imenso sobre a fauna e a flora. Cheguei tão mais rica! O trabalho era variado e diferente todos dias.
Construímos um muro para os lagartos e plantámos em lugares estratégicos para tornar aquele mundo, um lugar melhor e mais bonito. Construímos o hotel para insectos, em tempo record, graças ao fantástico espírito de grupo, o que nos deu tempo para pintar o espaço que alberga os muitos animais que estão em cuidado na instituição: furões, raposas, cobras, cabras, corujas, águias, esquilos, porcos espinho…
Foram dias maravilhosos! Trouxe na bagagem o sentimento de dever cumprido, a sensação de ter contribuindo para algo maior, experiências que nunca imaginei viver e, certamente, amigos para a vida.

A experiência da Ana Rita na Palestina

Após a minha primeira experiência de voluntariado internacional, não pude deixar de pensar em tudo o que dei e recebi naquele campo de refugiados! E passado um ano… aqui estou eu, mais uma vez, a praticar o bem!

Escolhi a Palestina para realizar atividades com cerca de 100 crianças num campo de férias! E vocês perguntam: A Palestina foi a tua primeira escolha? Não, a verdade é que não foi mesmo a minha primeira escolha, por razões que todos sabemos… MAS… porque não arriscar? Voluntariado é isso mesmo… ter um espírito aventureiro com uma enorme vontade de mudar o mundo!

Inicialmente fui com um pouco de receio… deixei para trás todas as minhas coisas, tudo aquilo que conhecia e mergulhei numa nova aventura que posso dizer com a máxima convicção que foi uma missão bem sucedida!

Todas as minhas dúvidas e receios ficaram para trás quando fui recebida por todas as crianças no campo de férias. Realizei diversas atividades, sendo que todas nós ficamos divididas por grupos, onde cada um ficou responsável por desenvolver dinâmicas relacionadas com o desenho, o teatro, o desporto, a cultura e o ambiente.

Durante duas semanas senti um “mix” de sentimentos que ainda hoje não consigo explicar… o medo esteve sempre presente, no entanto, quando todas nós vimos a felicidade de cada criança só por estarmos presentes, encheu o nosso coração! Elas gritavam pelos nossos nomes até nos alcançarem e só pelo facto de mudarmos a rotina de cada criança durante duas semanas, já valeu a pena sair do nosso habitat e conhecermos outra cultura!

Senti-me em casa! As famílias que viviam perto da nossa habitação temporária acolheram-nos como se fossemos filhas delas…senti que nos conheciam há muitos anos! Foi incrível!

Sem dúvida que através do voluntariado mudei a minha forma de pensar e ver o mundo… o mundo não é o que parece… e… TODOS nós somos capazes de o mudar! Depois de realizar duas experiências de voluntariado extraordinárias, posso dizer que me tornei numa pessoa melhor e com mais expectativas de vida! E por estas e outras razões aconselho vivamente a mergulharem em aventuras como esta! A verdade é que acabamos por dar mais valor à nossa vida e à dos outros!

A experiência da Marta na Sérvia

Toda esta aventura começou porque terminei o estágio e fiquei desempregada (à procura de um novo emprego como prefiro dizer), o que tem muitas desvantagens, mas me permitiu ter tempo para algo que sempre quis fazer: viajar sozinha e fazer voluntariado.

Escolhi fazer voluntariado com refugiados em Belgrado, na Sérvia, durante uma semana. Como era apenas uma semana de trabalho, houve um grande planeamento das atividades por parte dos (espetaculares) coordenadores e foi tudo bastante intenso, principalmente porque o nosso hostel estava localizado onde tudo estava a acontecer. Muito próximo de lá ficavam as estações de autocarro e comboio de Belgrado, um local de entrada e saída quase obrigatório para todos os migrantes, em especial para os refugiados que se concentravam num parque próximo à espera do contacto para avançarem com a viagem.

Antes de iniciarmos o contacto direto com os refugiados tivemos várias sessões de estudo para entendermos a situação passada e atual da rota de migração dos Balcãs, bem como da atuação política dos vários países intervenientes.

As atividades incluíram cozinhar com a “BelgrAid” para o campo de refugiados de Obrenovac, a 12 km de Belgrado, e fazer workshops educativos com os refugiados mais novos (no “The Workshop”, da Refugee Aid Serbia e NorthStar, e no InfoPark). Um dos workshops foi a realização de pulseiras, fizemos também um sobre criação de histórias e vários jogos como o uno e o quatro em linha. Devo mencionar que fiquei maravilhada com as capacidades de alguns dos refugiados, por exemplo: um rapaz de 12 anos que sabe falar três línguas e ensinou toda a mesa a jogar xadrez, e outro que com 19 anos quer ser escritor, vai editar um livro com o apoio de uma associação, e como era alfaiate no seu país, agora dá aulas de costura a senhoras da comunidade local.

Para além disso: preparamos um jantar especial de angariação de fundos para estas associações que apoiam os refugiados e este foi servido no “KC Grad”, um espaço de grande partilha cultural localizado na capital sérvia; fizemos um workshop acerca de sexo, género e estereótipos com os refugiados adolescentes que estão sozinhos na Sérvia. Foi uma experiência muito interessante e enriquecedora para entender as tradições culturais dos países de cada um e debater aquilo que poderá ser mais adequado (a tolerância e o respeito!). Também a respeito disto marcou-me um jogo de futebol que organizámos, entre os voluntários e os refugiados, e em que fui a única rapariga a jogar. Um rapaz afegão ficou muito admirado e antes do jogo comentou-me que nunca tinha visto uma mulher a jogar futebol (infelizmente não tenho fotos deste momento por diretrizes das associações com quem trabalhámos). Fiquei muito contente por, com este pequeno gesto, ter feito a diferença e ter contribuído para moldar os estereótipos de género destes rapazes.

Houve ainda tempo para conhecer a cidade em free walking tours e ver o pôr-do-sol mais bonito que já vi, no cruzamento dos rios Sava e Danúbio, enquanto saboreávamos um delicioso burrito depois de caminhar 45 minutos para chegar a este local.

Foi a minha segunda oportunidade de fazer voluntariado internacional, e espero que não a última, pois o mundo é muito mais do que aquilo que vemos da nossa janela. Muito obrigada à Para Onde, nas pessoas da Inês e da Marta, aos coordenadores do “Solidarity with Refugees”, Francesca e Alex, a todas as voluntárias de diferentes países com quem partilhei esta aventura (Kate, Samaré, Susana e Zdena), às associações e refugiados com quem trabalhei e a todos quantos tornaram este voluntariado possível.

A experiência da Ana na Palestina

A “ficha” da aventura que estaria prestes a começar caiu na véspera, quando fiz a mala! O primeiro dia foi passado em Tel Aviv – uma cidade agitada, moderna, quente, jovem e apelativa. Sabia que a imagem desta cidade seria um forte contraste do que iria ver no dia seguinte. E se foi! Depois da viagem de shuttle até Jerusalém, de autocarro até Belém, e de táxi até ao local, foi um bom mergulho cultural. As cores, os sons, os movimentos, a arquitetura… era tudo tão peculiar! Bege, pedra, calor são algumas das palavras que melhor caracterizam a Palestina. O desafio principal era mesmo a língua… não a falada, a escrita! Não adiantava ter curiosidade em tentar decifrar o que estava escrito nos autocarros, nas placas informativas de rua ou de estabelecimentos comerciais.

O primeiro dia foi para conhecer o espaço, os voluntários, as crianças, as questões logísticas, e planear as duas semanas que estavam a começar. Logo aí, no primeiro dia, a cultura e o contexto falaram por si… o calor tórrido durante o dia, o árabe falado, o som dos minaretes ao longe, os hidratos de carbono que compõem grande parte da refeição, o hábito de beber chá, o vento gélido de final de tarde, os pores-do-sol cativantes mas acelerados, o som dos helicópteros e aviões militares a sobrevoar constantemente a zona… os vegetais (pepino, pimento e tomate) e as sementes que as crianças comiam como snack.

Ao todo eram cerca de 40 crianças. Fiquei com o grupo dos mais novos, com idades dos 5 aos 13 anos. Um grupo de quinze! Em alguns momentos, uma missão (quase) impossível! O facto dos mais pequenos não dominarem tanto o inglês, e de eu não dominar o árabe, foi um pequeno obstáculo – claramente ultrapassado com a ajuda das traduções dos mais velhos, e com as animadas aulas de árabe que tivemos.

Ter conhecido voluntários de vários países, ter contribuído para o desenvolvimento do projeto e das atividades, ter aprendido árabe, ter conhecido vários locais de interesse histórico/cultural, ter vivido duas semanas com as crianças e a população local e adotado alguns dos seus hábitos foram os principais privilégios e aquilo que trouxe na memória e em fotografias!

Aconselho aqueles que tenham interesse em conhecer outras culturas, e que tenham a esperança de poder vir a fazer a diferença na vida de alguém, façam voluntariado internacional. É 2 em 1: ajuda-se e, acima de tudo, aprende-se, cresce-se! Sou voluntária há mais de 15 anos, mas ainda não tinha feito voluntariado internacional! Este foi apenas o começo…

A experiência das Marianas em Zanzibar

Há viagens que nos marcam para sempre e esta foi uma delas!

Pelas brincadeiras com os nossos pequenos vizinhos que estavam sempre com um sorriso na cara e prontos para qualquer brincadeira; pelas aventuras de andar num Daladala (carrinha de caixa aberta, é o meio de transporte mais utilizado lá) logo de manhã para ir para as escolas; pelas músicas que ensinámos em swahili nas escolas; pelas palavras que aprendemos em swahili; pela família que nos acolheu super bem e que nos tratou como familiares. Por isto e por todas outras experiências que tivemos ao longo de um mês, tornaram a nossa aventura inesquecível.

Foi incrível, perceber que a língua não é nenhum impasse quando se quer fazer o bem e a diferença. As crianças que ensinámos na escola, bem como os nossos vizinhos, ensinaram-nos mais do que nós a elas. Relembraram-nos a ser crianças e a andar sempre com um sorriso na cara, mesmo quando as coisas não corriam tão bem. Por vezes quem tem tudo, esquece-se do que é verdadeiramente essencial. Eles não têm as mesmas oportunidades que nós e mesmo assim têm sempre um sorriso contagiante.

Não há palavras para descrever como foi esta experiência para nós. Vivemos como umas verdadeiras habitantes de Jambiani e cada momento foi aproveitado ao máximo. Se alguém nos dissesse há uns dois meses atrás iriamos ver diferentes realidades, que iriamos viver numa vila muçulmana muito conservadora, que haveria obstáculos para ultrapassar, que um mês e meio iria ser pouco tempo, iriamos na mesma sem hesitar.

Obrigada à Para Onde por nos terem proporcionado das melhores experiências da nossa vida! Obrigada Marta e Inês por todo apoio e preocupação durante o projeto. Fizeram com que sentíssemos que o nosso trabalho estava a ser acompanhado e apreciado.

Jambiani estará sempre no nosso coração!